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Pés no chão, cabeça nas nuvens…

E tem jeito melhor de estar? Estou curtindo pacaralho esse momento: nem tanto, nem tão pouco, copo d’água meio cheio. Fecho os olhos e sonho, abro-os e realizo. E melhor, ainda continuo sonhando. Mas não me passa batido o que está em volta. Talvez seja melhor companheira no nome que na vida.

Vim comemorar este momento sublime antes que ele acabe. E, claro, ele deve acabar em breve, como tudo que é gostoso na vida. E só. Estou escrevendo/lendo tanto (e ainda não quanto gostaria) que mal sobrou palavras para meu blog. Mas não deixo de vir, porque mesmo que faltem todas as palavras, ainda preciso deixar meu silêncio aqui. Se eu sou reticências, que meu blog também o seja, oras!

E espero que a próxima tem-pes-ta-de seja assim, A conta gotas.

A conta-gotas

Quase todo mundo por aqui conhece o “Codinome: Beija-Flor”, imagino. E quem conhece talvez tenha se perguntado por que raios eu dei uma boa parada. Provavelmente chegaram à conclusão de que era só mais uma desistência típica de nós, brasileiros(as) (ao contrário do que podem dizer, a gente desiste sempre. vamos admitir que somos enrolados e preguiçosos em relação ao que não é imediatamente necessário). Mas não. Eu parei com o Codinome porque esse romance (e eu já estou me conformando em chamá-lo de romance, já que vai dar mais de cem páginas, muito mais) não se chama mais Codinome, os personagens cresceram, e a secura do dia-a-dia deu a ele mais verossimilhança. Não, nada vai mudar radicalmente em relação ao que vocês leram. Quem já leu não precisa ler tudo de novo, mas, quem não leu, lhes digo, está muito melhor agora. Menos infantil, apesar de micro-mudanças. Nesse momento, basta que eu tenha ficado satisfeita com essas pequenas, mas muito significativas mudanças. E, acima de tudo, que eles também tenham ficado. Sou apaixonada pelos meus meninos e seria como perder filhos se eles morressem de tédio.

Para quem não entendeu nada, A conta-gotas é o novo Codinome, romance que venho escrevendo há um bom tempo. Não tenho muita pressa em escrever, mas ansiedade de saber o que esses meninos vão me aprontar… E, cá pra nós, o novo nome tem tudo a ver com a história - e o momento em que ela está sendo feita.

Em breve, neste mesmo batblog vocês vão poder descobrir mais um pouquinho sobre meus meninos… agora, divididos em capítulos (e eu ainda vou nomear cada um deles…)!!!

Até a próxima tempestade… (e quem sabe não faz sol?)

Mais um noite, menos algumas horas…

Ok, eu já previra isso. Que essa noite seria mais uma daquelas sextas-feiras infelizes em que fico em casa angustiada porque não estou fazendo nada - e não estou fazendo nada porque não estou com vontade de fazer nada. Aliás, queria ler um bom livro em minha cama, assistir um bom programa de televisão. Mas não tem bons programas de televisão nem bons livros por aqui (parece que já li ou assisti todos). Tá bom, tá bom, recusei reggaes… Besteira minha, ué, achar que eu superei a necessidade de sair e beber sextas à noite para, em lugar, ficar em casa estudando.

De qualquer forma, não tenho exatamente como resolver isso nesse momento. Dispensei todas as minhas companhias para ficar em casa, e cá estou. Só queria, ao menos, ter o computador pra ter o que fazer até dar a hora de dormir. Talvez eu leia mais um best-seller, enquanto Diana abduz o computador. Talvez eu só fique torcendo para que cada palavra que eu escrevo aqui me deixe mais perto de amanhã. Então eu vou acordar e será um novo dia.

Merda. Eu bem sei o que foi isso. Pensar não me faz bem. Nem um pouco. E eu pensei muito hoje. Mania infeliz de não reconhecer minha lourice… Eu queria ao menos mudar esse template infeliz… ¬¬

Como diria meu querido Pato Fu: “é difícil respirar sem você”…

Mas, sabe, eu tenho que reaprender a fazer certas coisas… Principalmente a mim mesma.

De volta ao futuro…

Amanhã eu piso de volta no terreno pouco fértil da realidade. As aulas voltaram, mas espero que eu mantenha meu ânimo cultural aceso durante o semestre… Como eu já disse, tenho planos demais. Tentarei, ao menos, tentar. Ainda estou me sentindo grávida de alguma coisa, e isso está me empolgando a continuar com o espírito “um passo a cada dia”. Vou dizer, não tenho caminhado muito. Mas, como diria chico science, um passo, e você não está mais no mesmo lugar.

A propósito, só passei aqui porque era mais uma promessa a cumprir: escrever mais. Não está dando para o gasto, mas já está dando alguma coisa…

Keep walking.