Distorting a code

Posted by admin | Tempestades | domingo 28 fevereiro 2010 0:05

Um dia sentada em um sofá e uma cerveja ao lado traz a vaga consciência de que estou realmente só, por mais que a televisão seja a mais ruidosa das companhias. Eu poderia fazer tudo que eu faço só, se eu soubesse ainda como ficar só. As horas têm sido apenas a sucessão de minutos e acontecimentos quase irrelevantes que levam ao final de um dia e ao início de outro. Redescobrir os prazeres sempre é mais difícil que reencontrar as dores.

Solidão, amiga, vai dizer à lua que o céu ainda não está iluminado o suficiente, porque ela era de mel no dia em que abri a garrafa que vou terminar hoje. Talvez não fluam as palavras, mas as idéias sempre saem, nem que seja para passear e isolarem-se de novo no meu mundo sem rainhas ou coelhos. Ojalá tuviera tanta belleza.

Eu posso fugir da escrita a vida inteira, e ela vai me perseguir porque sabe a razão fútil disso: eu não quero me reencontrar, não quero saber da garota em cabelos vermelhos que se vestia pior do que agora e se entediava com o mundo. A vaidade não me permite, o medo me distrai. Pressentir os meses de reclusão talvez sejam o remédio que necessito.

Queiram as ninfas que me apaixone de novo por mim mesma, sempre foi difícil ser humilde e abandonar o egocentrismo. Mas agora que o faço, reconhecerei o caminho de volta?

Spinnerette - Distorting A Code

I don’t need the answers

When I got no place to go

All I need is a riddle, and some visionary hope

I don’t need the answers

When I got no place to go

All I need is a riddle, into visionary hope

How do I find my way back home?

How do I find my way…

How do I find my way back home?

How do I find my way home?

I’ve received a message

Just to live and let go

But the past it tangles into everything I know

Oh, I’ve received a message

Jut to live and let go

But the past it tangles into everything I know

How do I find my way back home?

How do I find my way…

How do I find my way back home?

How do I find my way home?

Sobre uma manhã difícil

Posted by admin | Sem categoria | domingo 21 fevereiro 2010 17:16

Baptized By Fire

Spinnerette
Composição: Brody Dalle

Have you ever been alone?
Fighting your own war?
Someone stole the light from you
And now they’re back for more
Your heart is on the floor
Beating out of control
Oh, I don’t want this anymore

So I’ll be sailing on
Out into bermuda blue
Compass needle a breaks
Like the heart I gave to you
I’ve been laying down in the devils lair
Sailing into the sun
I’ll baptized there

In matters of the heart
One must try to fill it up
With love and grace
You’ll start a fire
Immerse old wounds and douse them out
Pick your heart up off the floor
Hold it gently now and go
To the place you were meant to know

So I’ll be sailing on
Out into bermuda blue
Compass needle a breaks
Like the heart I gave to you
I’ve been laying down in the devils lair
Sailing into the sun
I’ll baptized there

So I’ll be sailing on
I’m gone, I’m gone
I’ll be sailing on
I’m going into the sun…

A inspiração que o Malê traz

Posted by admin | Tempestades | terça-feira 16 fevereiro 2010 3:30

Uma pessoa nunca passa por um rio duas vezes. Porque nada será igual àquele instante em que a pessoa passou, e quanto mais ela demora de passar de novo, mais muda o rio e menos a pessoa se parece com aquilo que já foi no momento em que passou pela primeira vez.

É um dito popular livremente adaptado e inevitavelmente escolhido para essa estranha noite de carnaval em que a vontade de escrever, depois de meses, me ataca e não me deixa dormir até cuspir na tela o sangue e os dentes do murro que eu levei. Merecido, é verdade, necessário, mais verdade ainda. Mas o fato de adiar as situações não significam que elas não vão acontecer. Também não significa que o tempo pára ou que eu deixo de existir enquanto eu não estou. Ainda que eu queira sumir, minha ausência é um atestado inegável da minha presença. O passado sempre cobra o que lhe cabe.

Eu tomei uma decisão para toda uma vida. Eu mesma girei a roda da minha fortuna, e fecho os olhos agora para não ter que calcular estragos enquanto eu ainda não sei a força que eu tenho para seguir adiante. Mas só é seu aquilo que você dá, e enquanto eu não compartilhar minhas decisões com as pessoas, enquanto eu não participar ao mundo minha vida, ela não vai ser realmente minha. Eu preciso estabelecer os meus limites para o mundo perceber o meu espaço e me dar o que é meu por direito. Até esse momento, só sorrisos amarelos e olhos de desculpa. Ainda que não tenha o que sorrir nem me desculpar.

Quem desce pro play tem que saber brincar, e eu estou apostando nisso. Não estou fazendo nada de graça. Eu estou pagando é para ver, de verdade. A merda que der, vai ser a minha merda. Eu já estive na merda antes, já me familiarizei. Eu sei que depois do fim do mundo tem um mar de tranquilidade e um barco com velas infladas de decisão. Saber isso não afasta o medo, mas, sim, a insegurança. É suficiente.

Quem é Samira, e o que ela está fazendo da vida dela é uma boa pergunta, literalmente daria a minha vida a quem pudesse oferecer uma resposta ou uma teoria. A propósito, já o fiz. É exatamente o que estou fazendo. Se vai funcionar ou não, eu não tenho idéia, mas uma coisa qualquer um vai ter que admitir: eu sempre tento uma resposta, nem que seja diferente de tudo, e às vezes é tão diferente que até parece bem usual. Ninguém percebe que é a maçã envenenada a peça-chave para que Branca de Neve seja feliz para sempre…

Só me dêem uma semana e dois dias, e poderei dizer se essa garota é de sugar and spice and everything that’s nice ou se não é assim que a banda toca. Ah, querer não necessariamente tem a ver com poder, então não esperem que eu diga nada, ok? Por quê? Por favor.

PS: O carnaval me trouxe uma estranha e intensa contemplação sobre a musicalidade e a beleza de minha terra, coisa que nunca tinha acontecido antes. Só um ano mesmo fora pra me fazer admirar o axé e o afoxé… Próximo passo, baixar músicas de Daniela Mercury? O.o

Intimidade pública

Posted by admin | Cartas para ninguém, Tempestades | quinta-feira 21 janeiro 2010 19:02

Tenho sido assediada com umas perguntas impertinentes, inconvenientes e totalmente fora de hora, lugar, pessoa ou lógica. Passo um ano sorrindo e sofrendo quase só (créditos aos que merecem esse quase), e, de repente, quando aporto nas terras tupiniquins todo mundo TEM que fazer parte do que pra mim durante todo o tempo foi algo absolutamente íntimo. Por quê?!

Será que as pessoas não percebem que, em uma relação que só cabe dois, o lugar dos demais é ao lado, apoiando, ou longe, de boa, mas nunca no meio? Quem esteve ali pra todas as horas, viveu todas as horas. Quem plantou e cuidou esse momento foi quem viu ele florescer. Não é que eu esteja cobrando a presença de outros em momentos anteriores. Pelo contrário. Só quero que as pessoas percebam que é absurdo me cobrar algo que não pertence a ninguém mais além de mim e de meu marido, e que se quisemos compartilhar com algumas poucas pessoas, isso diz respeito à gente, a mais ninguém.

Infelizmente, eu estou aqui justificando isso porque algumas pessoas ainda não perceberam o sentido do que fizemos. Eu não estava fazendo um evento social, eu estava vivendo o momento mais feliz de minha vida. E tem um monte de gente acabando com esse momento e tirando a cor do que foi totalmente cor-de-rosa porque não entendeu que tem certas coisas que são intimidade pura, e que se algumas pessoas mais participaram desse momento é porque elas foram fundamentais para que esse compromisso fosse selado, não porque eu faça um ranking social em minha vida.

Podemos gritar para o mundo que amamos um ao outro, mas não precisamos. É mais gostoso falar baixinho. Por que eu não avisei ainda ao mundo inteiro? Porque não foi o mundo inteiro que nos ajudou a secar as lágrimas, que riu com a gente quando estávamos felizes, ou que deu todo o impulso para que a gente fosse longe, França, México ou Brasil.

De resto, só posso dizer que quem cobra a presença justifica a ausência. Os que estiveram lá ofereceram a companhia de graça, só com amor em troca. Nada melhor do que celebrar esse momento dessa maneira: só com pessoas que sabem amar doando-se incondicionalmente… A força desse símbolo supera o próprio significado e se transforma em propósito…

Felicidade…

Posted by admin | Tempestades | sábado 2 janeiro 2010 4:08

… É uma cidade pequenina, é uma casinha, é uma colina, qualquer lugar que se ilumina quando a gente quer amar…

Sei que já botei isso aqui, mas é só pra começar o ano novo com o pé direito e cheia de determinação de ser feliz…

Ao porto, de novo

Posted by admin | Tempestades | segunda-feira 7 dezembro 2009 3:55

Com esse negócio de ir e voltar, estou cheia de bagagem e precisando esvaziar.

Tá difícil escrever quando o mundo dá mais voltas do que o que eu posso acompanhar.

Enquanto isso, vejo séries idiotas, corro pela cidade para fazer as últimas coisas e conhecer os últimos lugares, e vejo maquiagem que finalmente n vou comprar. Mas faz bem desejar.

O blog vai continuar parado, sinto muito. Mas eu agradeço se alguém souber como desbloquear um celular longe dos olhos das operadoras.

Hasta la vista, baby.

não pergunte.

Posted by admin | Tempestades | segunda-feira 30 novembro 2009 4:11

eu realmente não tenho vontade de escrever.

não sei o que aconteceu, mas as palavras secaram em algum ponto dessa estranha jornada.

quem sou eu e o que estou fazendo aqui? não sei.

Tenho a diária e esquisita sensação de que eu devo saber algo que não tenho idéia do que seja, apesar de saber o que é isso há muito tempo.

pq eu estou escrevendo aqui? estou em dívida comigo mesma.

Esmaltes e biscoito chinês

Posted by admin | Tempestades | sábado 21 novembro 2009 5:20

Para recuperar as palavras perdidas, nada melhor que tentar um pouquinho a cada dia. Quem procura, acha.

Das muitas perguntas e muitas novidades na vida, tem uma coisa certa: descobri que não preciso sofrer tanto. Agora que minha vida apresenta seu drama natural, eu não preciso mais dramatizar nada, porque as coisas já são complexas o suficiente. Mas uma temporada no México me deixou mais britânica: ando meio blasé.  Essa overdose de drama mexicano me deixou enjoada de lágrimas, brigas, gritos, desespero. Estou aprendendo a arte de ser impassível.

Estou tentando dedicar uns tempinhos pra mim, tentando fazer as coisas com calma, investindo no que eu gosto. E, mais importante que tudo mais, tentando descobrir o que eu gosto. Já dá pra saber que meus gostos mudaram um tanto. Deixei de vez os anos 90, os livros-roteiro-de-filme, e as cores de doer no olho. Parece que estou abandonando a limpeza aparente e adotando uma simplicidade cheia de significado.

De qualquer forma, preciso cuidar mais de mim. Melhorar esse cabelo, comprar uns brincos de algum material decente q n fique inflamando minha orelha, cuidar dos meus pés.

Mas nada disso vai tirar essa minha sensação de que o tempo está me atropelando e não vai me esperar terminar de fazer minhas unhas antes de me botar contra a parede. Preciso urgentemente de um biscoito chinês.

Cercas brancas ou muros altos?

Posted by admin | Tempestades | quinta-feira 19 novembro 2009 4:19

Meses que não escrevo nada, longe das palavras, do idioma que me pariu, do conforto de reencontrar-me.  Por onde andei? Com quem estive? O que eu fiz? Não sei dizer. Primeiro, secou a fantasia, o sonho. Depois, as lágrimas. Agora, busco minhas antigas companheiras, e não encontro uma só palavra à minha espera. Talvez todas se foram por cansaço. Ou então não as mereço.

Voltei às páginas dos contos de fadas, mas me vejo uma vez mais na pele da princesa na torre. Livre para sair, mas sem lembrar o caminho de casa. Então vivi um dia após o outro, sobrevivi, fiz tudo voltar aos sonhos. E agora? Qual o próximo passo? Cansei de viver a conta-gotas. Quero voltar a aproveitar cada dia, não para sobreviver, mas para encontrar um novo sentido em cada um deles.

Preciso estar sozinha ou preciso ter a força de vontade para reconhecer que acabou a segura e companheira solidão em minha vida? Preciso dar um passo em direção ao precipício e aprender a voar, ou volto e me escondo na segurança do meu passado?

Às vezes eu penso que já tomei mais decisões antes de estar convencida de qualquer coisa…

Preciso urgentemente saber o que eu quero.

Dia de Muertos

Posted by admin | Outros ventos | sexta-feira 30 outubro 2009 17:55

No México, o Dia dos Mortos é uma celebração de origem indígena, que honra os defuntos no dia 2 de novembro. Começa no dia 1 de novembro e coincide com as tradições católicas do Dia dos Fiéis Defuntos e o Dia de Todos os Santos. Além do México, também é celebrada em outros países daAmérica Central e em algumas regiões dos Estados Unidos, onde a população mexicana é grande. A UNESCO declarou-a como Patrimônio da Humanidade.

As origens da celebração no México são anteriores à chegada dos espanhóis. Há relatos que os astecas, maias, purépechas, náuatles e totonacas praticavam este culto. Os rituais que celebram a vida dos ancestrais se realizavam nestas civilizações pelo menos há três mil anos. Na era pré-hispânica era comum a prática de conservar os crânios como troféus, e mostrá-los durante os rituais que celebravam a morte e o renascimento.

O festival que se tornou o Dia dos Mortos era comemorado no nono mês do calendário solar asteca, por volta do início de agosto, e era celebrado por um mês completo. As festividades eram presididas pela deusa Mictecacíhuatl, conhecida como a “Dama da Morte” (do espanhol: Dama de la Muerte) - atualmente relacionada à La Catrina, personagem de José Guadalupe Posada - e esposa de Mictlantecuhtli, senhor do reino dos mortos. As festividades eram dedicadas às crianças e aos parentes falecidos.

Quando os espanhóis chegaram à América no século XVI, se aterrorizaram com esta prática, e no intento de converter os nativos, fizeram as festividades coincidirem com as festividades católicas do Dia de Todos os Santos e o Dia dos Fiéis Defuntos. Os espanhóis combinaram seus costumes com o festival centro-americano criando um sincretismo religioso que deu lugar ao atual Dia dos Mortos.

Para os antigos mexicanos, a morte não tinha as mesmas conotações da religião católica, na qual as idéias de inferno e paraíso servem para castigar ou premiar. Pelo contrário, eles acreditavam que os caminhos destinados às almas dos mortos era definido pelo tipo de morte que tiveram, e não pelo seu comportamento em vida.

É uma das festas mexicanas mais animadas, pois, segundo dizem, os mortos vêm visitar seus parentes. Ela é festejada com comida, bolos, festa, música e doces, os preferidos das crianças são as caveirinhas de açúcar.

Nas festividades, encontra-se aspectos oriundos tanto dos antigos habitantes centro-americanos, como também, características modernas, adquiridas do contato com a cultura dos colonizadores.

Calaveritas (Caveirinhas)

Chamam-se assim tanto as rimas ou versos satíricos como as gravuras que ilustram caveiras disfarçadas, descritas a seguir:

  • Rimas, também chamadas “calaveras”, são na realidade epitáfios humorísticos de pessoas ainda vivas que constam de versos onde a morte personificada brinca com personagem da vida rela, fazendo alusão a alguma característica peculiar da pessoa em questão. Terminam com frases onde se expõe que o levarão à tumba. É muito comum dedicar as “caveirinhas” a pessoas públicas, em especial a políticos que estejam no poder. Em muitos casos, a rima fala do aludido como se estivesse morto.
  • Gravuras (litografias), geralmente do mestre José Guadalupe Posada, ainda que não desenhou especificamente para o Dia dos Mortos, eram caricaturas que colaborava em diferentes publicações no princípio do século XX no México, que eram usadas nestas datas por sua alusão à morte festiva, tal qual La Catrina.

Símbolos

Caveira dos Dia dos Mortos feita com açúcar, chocolate, e amaranto

  • Caveiras de doce. Têm escritos os nomes dos difuntos (ou em alguns casos de pessoas vivas, em forma de brincadeira que não ofende em particular o aludido) na frente. São consumidas por parentes e amigos.

Pan de muerto (pão de morto), comida típica do feriado

  • Pan de muerto (do espanhol: pão de morto). Prato especial do Dia dos Mortos. É um pão doce enfeitado com diferentes figuras, desde simples formas redondas até crânios, adornados com figuras do mesmo pão em forma de osso polvilhado com açúcar.
  • Flores. Durante o período de 1 a 2 de novembro as famílias normalmente limpam e decoram as tumbas com coloridas coroas de rosas, girassóis, entre outras, mas principalmente de margaridas, as quais acredita-se atrair e guiar as almas dos mortos. Quase todos os sepulcros são visitados.
  • A oferenda e as visitas. Acredita-se que as almas das crianças regressam de visita no dia 1º de novembro, e as almas dos adultos no dia 2. No caso de não poder visitar a tumba, seja porque a tumba não exista, ou a família esteja muito longe para visitá-la, também são feitos altares nas casas, onde se põe as ofertas, que podem ser pratos de comida, o pan de muerto, jarras de água, mezcal, tequila, pulque ou atole. cigarros e inclusive brinquedos para as almas das crianças. Tudo isto se coloca junto com retratos dos defuntos rodeados de velas.

Altar dos Mortos

Os materiais comumente usados para fazer um altar para o Dia dos Mortos têm um significado, e são os seguintes:
  • Retrato da pessoa lembrada: o retrato do defunto relembra a alma que visitará na noite de 2 de novembro.
  • Pintura ou figura das Almas do Purgatório: A imagem das almas do purgatório serve para pedir a saída do purgatório pela alma do defunto no caso de lá se encontrar;
  • Doce círio: Ainda que sejam poucos, têm que ser em pares, e preferivelmente de cor roxa, com coroas e flores de cera. Os círios, ainda mais se são roxos, são sinal de luto. Os quatro círios em cruz representam os quatro pontos cardiais, de maneira que a ala pode orientar-se até encontrar seu caminho.

Patrimônio da Humanidade

Em cerimônia realizada em Paris, França em 7 de novembro de 2003, a UNESCO distinguiu a festividade indígena do Dia dos Mortos como Obra Mestra do Patrimônio Oral e Intangível da Humanidade. A distinção por considerar a UNESCO que esta festividade é:

“… uma das representações mais relevantes do patrimônio vivo do México e do mundo, e como uma das expressões culturais mais antigas e de maior força entre os grupos indígenas do país”.

Além disso, no documento se destaca:

“Esse encontro anual entre as pessoas que celebram e seus antepassados, desempenha uma função social que recorda o lugar do indivíduo no seio do grupo e contribui na afirmação da identidade…”

Além de:

“…embora a tradição não esteja formalmente ameaçada, sua dimensão estética e cultural deve ser preservada do crescente número de expressões não indígenas e de caráter comercial que tendem a afetar seu conteúdo imaterial”.

*Wikipédia, claro.

Atualmente, o Día de Muertos se confunde muito com o Halloween pela óbvia influência americana.  Mas continua sendo maravilhosa e muito mais bonita e interessante que o Halloween. Eu vou pra Pátzcuaro esse final de semana, que é uma cidade que fica de frente para um lago, onde a cerimônia das oferendas vai ser na água. As fotos, depois publico, pq vou mostrar tudo, os lindos e gigantes altares da UNAM, os doces fofos, a explosão de cores que decora tudo, e tuuuuuuudo que puder fotografar e filmar em Pátzcuaro. Por enquanto, fotinhas de internet pra vcs se deleitarem.

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